Disciplinas Obrigatórias
BIOÉTICA
Créditos: 02
Período: Anual
Carga Horária: 30 horas (24 presenciais + 6 para trabalho extra classe em grupo)
Docente: Prof. Dr. Aluísio Seródio
Programa: O curso de “Bioética” tem como objetivo principal capacitar estudantes de pós-graduação para a identificação, discussão e tomada de decisões frente a problemas éticos relacionados aos cuidados com a saúde e às ciências da vida. Adotando como bases conceituais os princípios da tolerância e dacomplexidade, pretendemos fomentar as competências moral e democrática dos estudantes por meiode exposições dialogadas, de discussões de casos e da exploração de bens culturais. E, uma vez que a missão da pós-graduação é formar professores e pesquisadores, daremos especial atenção à reflexãocrítica sobre a atividade docente e os conflitos éticos nas pesquisas científicas. O curso será oferecido presencialmente, anfiteatro a definir (o local será divulgado posteriormente), com turmas de até 60 estudantes, com carga horária de 30 horas, distribuídas em seis encontros de quatro horas cada (24 horas-aula) e mais seis horas de atividades extraclasse. Será oferecido ao longo do mês de agosto e setembro/2023, às quartas-feiras, no período da tarde e apenas para estudantes já matriculados nos programas de pós-graduação stricto sensu da Unifesp. Após o encerramento do período oficial de inscrições, caso as 60 vagas oferecidas não tenham sido preenchidas, abrimos a possibilidade para a inscrição de alunos especiaisligados aos programas de pós-graduação da Unifesp e para pós-graduandos de outras instituições. A coordenação do Curso é feita pelo Prof. Aluisio Serodio (médico, especialista em Bioética, mestre em ensino em Ciências da Saúde, doutor em Ciências, professor adjunto do Centro de Bioética – Departamento de Cirurgia da EPM/Unifesp e vice-coordenador do Curso de Medicina da EPM/Unifesp).
Ementa: Fundamentação filosófica da Bioética. Pluralismo social e os limites da vida humana. O papel do docente na formação ético-moral do profissional de saúde. Problematização da
Biotecnociência. Reflexão crítica sobre os conflitos éticos da pesquisa clínica. O olhar da Bioética para o exercício das profissões da saúde e os direitos dos pacientes.
Bibliografia:
- Angell M. The Truth About the Drug Companies. Random House, 2005. Ayer de Oliveira R
- (Coord). Cuidado Paliativo. CREMESP, 2008.
- Beauchamp TL, Childress J. Princípios de Ética Biomédica. Edições Loyola. 2003. Cortina A.,
- Martinez E. Ética. Edições Loyola, 2005.
- Gracia,D. Pensar a Bioética. Edições Loyola, 2010.
- Harris J. Enhancing Evolution. Princeton University Press, 2007. Oselka G (Coord.).
- Bioética Clínica. CREMESP, 2008.
- Pessini L, Barchifontaine CP (Orgs). Problemas Atuais de Bioética. São Paulo. Edições Loyola. 2012.
- Sandel M. Contra a perfeição. Ed. Civilização Brasileira, 2013.
- Serodio A, Kopelman BI, Bataglia PUR. Promoting moral and democratic competencies: towards an educational turn of Bioethics. Revista Bioética CFM. 2016; 24 (2): 235-42.
- Silveira FL. A filosofia da ciência de Karl Popper: o racionalismo crítico. Disponível em: http://www.if.ufrgs.br/~lang/POPPER.pdf
ESTATÍSTICA
Créditos: 03
Período: Anual
Carga Horária: 48 horas (24 horas de aulas teóricas, 12 horas de estudo prévio e 12
horas de atividades práticas)
Docente: Profa. Dra. Ângela Paes
Ementa: A proposta deste curso é apresentar aos alunos, com pouca ou nenhuma familiaridade com a Estatística, os conceitos básicos mais utilizados em pesquisas científicas na área da saúde. Todo o conteúdo será abordado por meio de exemplos práticos e artigos da literatura. Ao final do curso espera-se que o aluno seja capaz de organizar, analisar e interpretar seus próprios dados, considerando a abordagem inicial – análise exploratória, construção de gráficos e aplicação de alguns testes estatísticos utilizados com frequência em pesquisas quantitativas. Também é esperado que o aluno reconheça quais métodos estatísticos são mais adequados a cada situação e saiba como interpretar resultados publicados em artigos científicos que tenham utilizado desenhos de estudo e métodos de análise mais simples.
Bibliografia:
- Rodrigues CFS et al. Importância do uso adequado da estatística básica nas pesquisas clínicas. Rev Bras Anestesiol. 2017;1-7.
- Lopes B et al. Bioestatísticas: conceitos fundamentais e aplicações práticas. Rev Bras Oftalmolol. 2014; 73:16-22.
- Zandonade E. Medicina baseada em evidências e bioestatística: como ser um leitor atento. Rev Bras Pesq Saúde. 2009;3.
- Paes AT. Itens essenciais em bioestatística. Arq Bras Cardiol. 1998;575-80.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Créditos: 04
Período: Anual
Crédito: 04
Docente: Profa. Dra. Patrícia Alessandra Bersanetti
Coordenação: Profa. Dra. Francis Meire Favero, Profa. Dra. Patricia Alessandra Bersanetti e Dr. Rossen Mihaylov Hazarbassanov
Ementa: A disciplina de metodologia científica visa auxiliar o aluno da pós-graduação a elaborar o protocolo de sua pesquisa, bem como, desenvolver o seu trabalho dentro dos princípios éticos e utilizando a metodologia científica adequada. Dará uma introdução à prática de pesquisa acadêmica em medicina, dando destaque, através de trabalho com textos específicos, as questões técnicas e metodológicas.
Bibliografia:
Básica: Normas para teses e dissertações [Internet]. 2a ed. rev. e corrigida. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo, Biblioteca Antônio Rubino de Azevedo, Coordenação de Cursos, 2015. Available from: http://www.bibliotecacsp.unifesp.br/Documentos-Apostila/normas-para-teses-e-dissertacoes, em 01/12/2018.
Toassi RFC, Petry PC. Metodologia científica aplicada à área da saúde [recurso eletrônico]. Porto Alegre: UFRGS, 2014.
Galvão Filho, Teófilo Alves. Tecnologia assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demanda e perspectivas. Salvador: Programa de Pós-Graduação em Educação da UFBA, 2009. Available from: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10563, em 01/12/2018.
Complementar:
- https://www.capes.gov.br/
- http://avaliacaoquadrienal.capes.gov.br/legislacao
- http://www.capes.gov.br/avaliacao/sobre-a-avaliacao/mestrado-profissional-o-que-e
- http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/24032017-PORTARIA-No-389-DE-23-DE-MARCO-DE-2017.pdf
- https://pg.oftalmodapaulista.com.br/mp/
DIA DA PESQUISA
Créditos: 02
Período: Anual
Créditos: 02
Docentes: Todos orientadores do Programa
Ementa: O objetivo do “Dia da Pesquisa do Mestrado Profissional” em Oftalmologia e Ciências Visuais é expor publicamente os trabalhos científicos dos seus pós-graduandos. Além das críticas e sugestões recebidas pelos participantes deste evento, os mestrandos terão suas pesquisas avaliadas pelos professores orientadores do Programa de Mestrado Profissional.
FUNDAMENTOS DO MESTRADO PROFISSIONAL
Professores Responsáveis:
- Prof. Dr. José Álvaro Pereira Gomes
- Profa. Dra. Marcia Rocha Monteiro
Periodicidade: Anual
Carga horária total: 30 horas (Carga Horária p/ teórica (em %): 60% Carga Horária p/ prática (em %): 40%)
Créditos: 02
Objetivos
Geral:
- Subsidiar profissionais e todas as áreas do conhecimento nos tópicos básicos relacionados ao Programa de Pós-graduação de Mestrado Profissional.
Específicos:
- Apresentar a estrutura dos Mestrados Profissionais (MPs) e os requisitos da CAPES para seu funcionamento e avaliação.
- Apresentar o Programa do MP Tecnologia, Gestão e Saúde Ocular, detalhando sus áreas de concentração e linhas de pesquisas.
- Introduzir noções sobre tipos de pesquisas e metodologia aplicada.
- Discutir temas de pesquisas e de desenvolvimento de produtos.
- Orientar o aluno do MP em relação às suas obrigações, produtos e defesa.
Ementa:
Conceitos de Pós-Graduação, classificação Lato Sensu e Stricto Sensu e Diretrizes da CAPES. Mestrado Profissional (MP) e Inovação em Saúde Ocular. Pesquisa e Metodologia Aplicada e Temas de Pesquisas com foco no Mercado Profissional; Requisitos para ingresso no MP (TGSO).
Bibliografia:
Básica:
Normas para teses e dissertações [Internet]. 2a ed. rev. e corrigida. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo, Biblioteca Antônio Rubino de Azevedo, Coordenação de Cursos, 2015. Available from: http://www.bibliotecacsp.unifesp.br/Documentos-Apostila/normas-para-teses-e-dissertacoes, em 01/12/2018.
Toassi RFC, Petry PC. Metodologia científica aplicada à área da saúde [recurso eletrônico]. Porto Alegre: UFRGS, 2014.
Galvão Filho, Teófilo Alves. Tecnologia assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demanda e perspectivas. Salvador: Programa de Pós-Graduação em Educação da UFBA, 2009. Available from: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/10563, em 01/12/2018.
Complementar:
Sites:
- https://www.capes.gov.br
- http://avaliacaoquadrienal.capes.gov.br/legislacao
- http://www.capes.gov.br/avaliacao/sobre-a-avaliacao/mestrado-profissional-o-que-e
- http://www.capes.gov.br/images/stories/download/legislacao/24032017-PORTARIA-No-389-DE-23-DE-MARCO-DE-2017.pdf
- https://pg.oftalmodapaulista.com.br/mp

Disciplinas Optativas
DESENHO, MODELAÇÃO E IMPRESSÃO 3D
Professor Responsável: Prof. Dr. Vagner Rogério dos Santos
Periodicidade: 1 vez por ano
Carga horária: 36h (20h teóricas, 10h práticas, 6h de atividades extras)
Créditos: 02
Ementa: Ensinar ao estudante como utilizar as principais Normas ABNT sobre Desenho Técnico. Orientar o aluno como elaborar documentação técnica de desenhos. Trabalhar com as principais ferramentas do software de desenho 2D em Auto CAD. Trabalhar com as principais ferramentas do software de desenho 3D FreeCAD. Ensinar os alunos a trabalhar com ferramentas básicas do Fatiamento (Repetier Host). Apresentar conceitos básicos e Impressão 3D. Compreender Impressão 3D.
Bibliografia:
Básica:
- Guia Maker da Impressão 3D – Teoria e Prática Consolidadas. Claudio Luis Marques Sampaio, MSc. Version 0.99.3, 1/10/2017
Complementar:
- How To 3D Print Money: Second Edition – September 4, 2013. Autor Bill Decker
PESQUISA CLÍNICA
Professores Responsáveis:
- Profa. Dra. Cristina Muccioli
- Prof. Dr. Filipe de Oliveira
- Profa. Dra. Luci Meire Pereira da Silva
Periodicidade: 1 vez por ano
Carga horária: 18h (9h teóricas, 9h prática, 0h de atividades extras)
Créditos: 01
Ementa: Evolução histórica da pesquisa clinica no Brasil e no mundo, abordagem conceitual básica da pesquisa clinica e suas fases, modelos de ensaios clínicos, legislação e boas práticas clínicas na condução de ensaios clínicos, orientação para estruturação de centros de pesquisa e preparação para inserção no mercado de trabalho.
Bibliografia: Básica: 1) Accetturi, C.; Lousana, G. Pesquisa Clinica no Brasil. Revinter, Rio de Janeiro, 2002 2) Lousana, G. Boas Práticas nos centros de pesquisa. Revinter, Rio de Janeiro, 2008. 3) Gallin JI. Principles and practice of clinical research. Academic Press, 2002, USA, Elsevier. 4) Resolução 466/2012: Aprova as normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos 5) Norma Operacional CNS 01/2013: Aprova as normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Complementar: www.anvisa.gov.br www.conep.gov.br www.saude.gov.br www.fda.gov www.eme.eu.int www.iata.org www.ich.org www.cdc.gov
TECNOLOGIA ASSISTIVA I . CONCEITOS, ÁREAS E LEGISLAÇÃO
Professor Responsável: Prof. Dr. Vagner Rogério dos Santos
Periodicidade: 1 vez ao ano
Carga horária: 30h (10h teóricas, 5h prática, 15h de atividades extras)
Créditos: 02
Ementa: Conceitos Fundamentais de Tecnologia Assistiva; Classificação das Tecnologias Assistivas ; Pessoas com deficiências e Tecnologias; Inclusão Escolar; Geotecnologia; Leis sobre Tecnologia Assistiva no Brasil.
Bibliografia: Básica: Brasil. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas. Tecnologia Assistiva . Brasília: CORDE, 2009. 138 p. Assistive Technologies (Fourth Edition) Principles and Practice Author(s): Albert M. Cook and Janice Miller Polgar, 2015 Elsevier Cook and Hussey’s Assistive Technologies: Principles and Practice Author(s): Albert M. Cook, Janice Miller Polgar, Mosby,Ed. 3, 2007) ¿ Robotic Assistive Technologies: Principles and Practice Pedro Encarnação, Albert Cook, CRC Press, 2017 Complementar: Galvão Filho, Teófilo Alves. “Tecnologia assistiva para uma escola inclusiva: apropriação, demanda e perspectivas.” (2009). GARCIA, Jesus Carlos Delgado, and Teófilo Alves GALVÃO FILHO. “Pesquisa nacional de tecnologia assistiva.” São Paulo: ITS Brasil/MCTI-Secis 22 (2012). Catálogos de produtos Artigos
TÓPICOS EM TERAPIA TECIDUAL E BIOMATERIAIS
Professores Responsáveis:
- Profa. Dra. Patrícia A. Bersanetti
- Profa. Dra. Priscila C. Cristovam
Periodicidade: 1 vez ao ano
Carga horária: 45h (24h teóricas, 6h prática, 15h de atividades extras)
Créditos: 03
Ementa: Descrição: Curso teórico-prático com abordagem laboratorial da utilização da tecnologia de bioimpressão na terapia tecidual, com foco em Oftalmologia. Objetivo da Disciplina: Fornecer informações para análise crítica e aprofundamento da pesquisa básica e clínica sobre terapia tecidual na Oftalmologia. Critérios de avaliação: Resolução de atividades (50%) e apresentação de artigo científico (50%). Metodologia de Ensino Utilizada: ¿ Aulas expositivas subsidiadas por bibliografia especializada, estudos de casos práticos e artigos científicos relacionados pelos professores participantes da disciplina; ¿ Atividade prática de aplicação dos conceitos adquiridos, através de resolução de exercícios propostos pelos docentes. ¿ Apresentação de artigos relacionados aos temas das aulas. Recursos Instrucionais Necessários: Aulas teóricas multimídia ¿ os encontros serão realizados através de sala do GoogleMeet. Programação: Aula 1 – 7/10/2025 – Anatomia e Fisiologia Ocular; Aula 2 -Principais doenças oculares dos segmentos anterior e posterior; Aula 3 – 21/10/2025 – Biomateriais (polímeros, hidrogéis, curativos, biotintas); Aula 4 – 28/10/2025 – Desafios de células in vitro; Aula 5 – 04/11/2025 – Aplicação de biomateriais em Oftalmologia; Aula 6 – 11/11/2025 – Bioimpressão, quais as ferramentas e tecnologias existentes; Aula 7 – 18/11/2025 – Bioimpressão na terapia tecidual na Oftalmologia; Aula 8 – 25/11/2025 – Bioimpressão na terapia tecidual em outras áreas da saúde; Aula 9 – 02/12/2025 – Apresentação de artigos; Aula 10 – 09/12/2025 – Apresentação de artigos.
Bibliografia: ¿ Bashir S, Hina M, Iqbal J, Rajpar AH, Mujtaba MA, Alghamdi NA, Wageh S, Ramesh K, Ramesh S. Fundamental Concepts of Hydrogels: Synthesis, Properties, and Their Applications. Polymers (Basel). 12(11):2702, 2020. doi: 10.3390/polym12112702. ¿ Gungor-Ozkerim PS, Inci I, Zhang YS, Khademhosseini A, Dokmeci MR. Bioinks for 3D bioprinting: an overview. Biomater Sci. 1;6(5):915-946, 2018. doi: 10.1039/c7bm00765e. ¿ Kandasamy M, Vijayananth K, Parasuraman A, Ayrilmis N. 3D Bioprinting of Biomaterials: A Review of Advances in Techniques, Materials, and Applications,¿ Polymers for Advanced Technologies 36(9): e70324, 2015.https://doi.org/10.1002/pat.70324. ¿ Oréfice, R.L., Pereira, M. de M. | Mansur, H.S. Biomateriais : fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Cultura Médica, Guanabara Koogan, 2012. ¿ Peres, C.M., Curi, R. Como cultivar células. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. ¿ Putz, C. Oftalmologia – Ciências Básicas, Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2017. ¿ Wang Y, Wang J, Ji Z, Yan W, Zhao H, Huang W, Liu H. Application of Bioprinting in Ophthalmology. Int J Bioprint. 22;8(2):552, 2022. doi: 10.18063/ijb.v8i2.552.
VISÃO I: DESENVOLVIMENTO E FUNÇÕES VISUAIS
Professores Responsáveis:
- Profa. Dra. Paula Sacai
- Profa. Dra. Nívea Ferraz
Periodicidade: 1 vez ao ano
Carga horária: 30h (20h teóricas, 0h prática, 10h de atividades extras)
Créditos: 02
Ementa: Propiciar ao estudante do mestrado profissional conhecimentos básicos sobre o desenvolvimento normal das principais funções visuais. Objetivos Compreender os fundamentos básicos do desenvolvimento visual normal. Conhecer os aspectos das principais funções visuais e suas implicações clínicas. Conhecer testes em oftalmologia que avaliam as principais funções visuais.
Bibliografia: Bibliografia 1) Bicas HEA. Fisiologia da visão binocular. Arq Bras Oftalmol. 2004;67(1). Disponível em https://www.scielo.br/j/abo/a/dCNpRLF55tn9gYKjnPySvSB/?lang=pt# 2) Bruni LF, Cruz AAV. Sentido cromático: tipos de defeitos e testes de avaliação clínica. Arq Bras Oftalmol.2006;69(5):766-75. Disponível em https://www.scielo.br/j/ab/a/FPx5WxH4v3NSTyhdqtys4Vw/abstract/?lang=pt 3) Carr T. Ophthalmology Medical Assisting: An Independent Study Course. 3ª ed. California; 1999. 4) Conselho Brasileiro de Oftalmologia. As Condições de Saúde Ocular no Brasil ¿ 2019. 2019. Disponível em http://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/condicoes_saude_ocular_brasil2019.pdf 5) Cruz AAV, Machado AJ. Sensibilidade ao contraste. Atualização continuada. Arq Bras Oftalmol. 1995;58(5). Disponível em https://www.scielo.br/j/abo/a/mXmTGQmBKzZTmgxY7xVmGMx/?format=pdf&lang=pt 6) Elias PA. Sistemas de Saúde. Disciplina de atenção primária à saúde I. Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. 2011. Disponível em http://fm.usp.br/cedem/did/atencao/Texto01.pdf. 7) Kaufman PL, Alm A. Adler¿s physiology of the eyes. 11ª ed. Missouri; 2011. 8) Kronbauer AL, Schor P, Carvalho LAV de. Medida da visão e testes psicofísicos. Arq Bras Oftalmol. 2008;71(1). Diponível em https://www.scielo.br/j/abo/a/cYjG7crjBMDZ5mmmj9ptfth/?lang=pt#:~:text=O%20teste%20visual%20psicof%C3% ADsico%20%C3%A9,qualidade%20de%20vida(18). 9) Teller DY. First Glances: The Vision of Infants. Invest Ophthal Vis Sci. 1997;38:2183-203. Disponível em https://iovs.arvojournals.org/article.aspx?articleid=2180496
VISÃO II: ENVELHECIMENTO E DEFICIÊNCIA VISUAL
Professores Responsáveis:
- Profa. Dra. Nívea Ferraz
- Profa. Dra. Paula Sacai
Carga horária: 30h (24h teóricas, 0h prática, 6h de atividades extras)
Créditos: 02
Ementa: Propiciar ao estudante do mestrado profissional conhecimentos básicos sobre o envelhecimento e a deficiência visual/cegueira e seu impacto no cotidiano.
Bibliografia: 1) Conselho Brasileiro de Oftalmologia. As Condições de Saúde Ocular no Brasil ¿ 2019. 2019. Disponível em http://www.cbo.com.br/novo/publicacoes/condicoes_saude_ocular_brasil2019.pdf 2) Elias PA. Sistemas de Saúde. Disciplina de atenção primária à saúde I. Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. 2011. Disponível em http://fm.usp.br/cedem/did/atencao/Texto01.pdf. 3) GBD 2019 Blindness and Vision Impairment Collaborators; Vision Loss Expert Group of the Global Burden of Disease Study. Causes of blindness and vision impairment in 2020 and trends over 30 years, and prevalence of avoidable blindness in relation to VISION 2020: the Right to Sight: an analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet Glob Health. 2021 Feb;9(2):e408. doi: 10.1016/S2214-109X(20)30489-7. Epub 2020 Dec 1. 4) GBD 2019 Blindness and Vision Impairment Collaborators; Vision Loss Expert Group of the Global Burden of Disease Study. Trends in prevalence of blindness and distance and near vision impairment over 30 years: an analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet Glob Health. 2021 Feb;9(2):e130-e143. doi: 10.1016/S2214-109X(20)30425-3. Epub 2020 Dec 1 5) Gilbert CE, Anderton L, Dandona L, Foster A. Prevalence of blindness and visual impairment in children ¿ a review of available data. Ophthalmic Epidemiol. 1999;6:73-82. 6) Gilbert C, Foster A. Childhood blindness in the context of vision 2020 ¿ the right to sight. Bull World Health Organ. 2001;79:227-32. 7) Gilbert g, Rahi J. Magnitude and causes. In: Johnson GJ, Minassian DC, Weale RA, West SK. The epidemiology of eye disease. 3a ed. London: Imperial College Press; 2012. p.269-89. 8) Pascolini D, Mariotti SP. Global estimates of visual impairment: 2010. Br J Ophthalmol. 2012;96:614-8. 9) Taleb A, Zin A, Arieta C, Nakanami C, Ventura R. Prevenção à Cegueira: 10 anos para 2020 ¿ Conselho Brasileiro de Oftalmologia. 1ª ed. Rio de Janeiro; 2010. 10) World Health Organization. Milestones in Health Promotion. Statements from Global Conferences. 2009. Disponível em http://www.who.int/healthpromotion/Milestones_Health_Promotion_05022010.pdf. 11) World Health Organization. World Report on Vision 2019. 2019. Disponível em https://www.who.int/publications-detail/world-report-on-vision.
